Este projeto surge como resposta ao crescimento do movimento do baile folk e da chamarrita do Pico nas ilhas dos Açores, Madeira e em Portugal continental.
Tem como objetivo iniciar um ciclo de aulas mensais de danças do mundo (incluindo danças açorianas e de Portugal continental) e da chamarrita do Pico, que aparece como uma oficina separada pelas suas características muito específicas, desde ser uma dança “mandada” e não coreografada, e que vive do improviso do mandador segundo uma série de dezenas de figuras, até ao facto de ser uma dança social à volta da qual eventos e serões inteiros são organizados devido à sua dinâmica.
No mundo das danças tradicionais são abrangidas todas as faixas etárias, desde que os intervenientes tenham um nível mínimo de independência na sua mobilidade, que poderá ser dos 5 até aos 100 anos de idade.
