´Invisível, Indizível´ carrega o peso da exploração daquilo que não se traduz.
Pedaços de infância, pressões internas e silêncios. Muitos silêncios.
A procura da verdade é inevitável, perdidos no íntimo sem margens nem horizontes.
Entrar ou sair já não importa.
Só resta o sonho. É aqui que se escapa da própria consciência.
Fazer o quê aos espaços vazios para quando desaparecido o significado.
Olhar para não ver.
Desver tudo de novo para que os olhos compreendam o infinito.
Habita-se num intervalo onde as tentativas não garantem um resultado mas sim, possibilidades.
Agora, o corpo escreve e investiga os limites da experiência e da linguagem.
Imaginar. Construir. Transformar. Eis um corpo. Eis o par.
Cenografia e Figurinos
Bárbara Bernardino · Deeogo Oliveira
Técnico de Som
Luís Aguiar
Técnico de Luz
Miguel Massa
Produção Executiva
Bárbara Bernardino
Fotografia e Vídeo
Paulo Goulart
Palavras-chave
Dança · Música · Teatro · Cultura urbana · Comunidade · Multidisciplinariedade · Experimentação · Comunicação · Corpo · Linguagem
