Logo após a sua publicação em 1845, Carmen, a novela de Prosper Marimée foi rotulada de chocante e escandalosa.
Trinta anos mais tarde, Georges Bizet estreia a «sua» Carmen em Paris e, desde então, é uma das óperas mais frequentemente encenadas em todo o mundo. A história da cigana que não hesita morrer em nome da liberdade e do amor, permanece um dos mais impressionantes e imutáveis mitos contemporâneos que lidam com a misteriosa natureza da Mulher. Com o passar dos anos, Carmen, revisitada por inúmeros encenadores, ganhou novas facetas e leituras Porém, perdura o elemento essencial: Carmen, a anti-heroína fatal é o centro inflexível e todas as versões.
Georges Bizet Carmen Libreto de Henri Meilhac e Ludovic Halév
Direção Musical
Antonio Pirolli
Encenação
Francisco López
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Maestro Titular do Coro
Giampaolo Vessella
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Solistas:
Carmen
Ketevan Kemoklidze
Escamillo
Gustavo Castillo
Don José
José d’Eça
Micaëla
Rafaela Albuquerque
Zuniga
Luís Rodrigues
Dancaïre
Tiago Matos
Remendado
Marco Alves dos Santos
Moralès
Christian Luján